sábado, 9 de abril de 2011
terça-feira, 29 de março de 2011
quinta-feira, 24 de março de 2011
80.
Bom, nunca escrevi sobre isto, não sei sequer muito bem como o fazer. Mas quero fazê-lo. Perdoem-me porque vai soar mal escrito, simplesmente vou ser o mais pura possível, sem formalidades.
Faz hoje um ano que, inocentemente, a tragédia do dia nos tocou a nós. Sem nada muito bem planeado lá nos fizemos ao caminho (e que maldito caminho) e em segurança chegámos. De barriga cheia viemos, mas o murro no estômago que foi tal que.. qual comida, qual quê.
Posso dizer que tive sorte, não me lembro de metade do que aconteceu. Posso dizer que tive sorte, porque estou aqui, a escrever para alguém, passado um ano, falando de consciencia do que se passou. Posso dizer que tive sorte por nenhum de nós ter desistido. Orgulho-me de vocês e especialmente de ti, Fifas. És um miudo cheio de força! O medo de te perder foi gigantesco, mas aos poucos vais conseguindo, aos poucos lutas, aos poucos chegas.
Não são boas memórias, parece que ainda doi o corpo só de pensar. Sim, as dores foram muitas.
Nunca quis acreditar que aquilo se tinha passado, muito menos connosco, nós! Mas sim... Os acidentes não acontecem só aos outros.
Apetecia-me pegar em cada um de vocês e apertar... Só pelo facto de PODER apertar.
E é isto, são poucas as palavras para um sentimento tão grande.
Sandra, Bárbara, Marco, Catarina, Bernardo, Filipe, António e João. Estamos aqui, hoje, passado um ano. E juntos estamos por ti Filipe, rezando para que chegues definitivamente.
A todos mando um beijo de saudade.
Bárbara , 25 de Março de 2011
Faz hoje um ano que, inocentemente, a tragédia do dia nos tocou a nós. Sem nada muito bem planeado lá nos fizemos ao caminho (e que maldito caminho) e em segurança chegámos. De barriga cheia viemos, mas o murro no estômago que foi tal que.. qual comida, qual quê.
Posso dizer que tive sorte, não me lembro de metade do que aconteceu. Posso dizer que tive sorte, porque estou aqui, a escrever para alguém, passado um ano, falando de consciencia do que se passou. Posso dizer que tive sorte por nenhum de nós ter desistido. Orgulho-me de vocês e especialmente de ti, Fifas. És um miudo cheio de força! O medo de te perder foi gigantesco, mas aos poucos vais conseguindo, aos poucos lutas, aos poucos chegas.
Não são boas memórias, parece que ainda doi o corpo só de pensar. Sim, as dores foram muitas.
Nunca quis acreditar que aquilo se tinha passado, muito menos connosco, nós! Mas sim... Os acidentes não acontecem só aos outros.
Apetecia-me pegar em cada um de vocês e apertar... Só pelo facto de PODER apertar.
E é isto, são poucas as palavras para um sentimento tão grande.
Sandra, Bárbara, Marco, Catarina, Bernardo, Filipe, António e João. Estamos aqui, hoje, passado um ano. E juntos estamos por ti Filipe, rezando para que chegues definitivamente.
A todos mando um beijo de saudade.
Bárbara , 25 de Março de 2011
quarta-feira, 23 de março de 2011
terça-feira, 22 de março de 2011
segunda-feira, 21 de março de 2011
domingo, 20 de março de 2011
73.
"Eis agora uma geração jovem altamente qualificada, que andou muito por escolas e universidades mas que estudou pouco e que aprendeu e sabe na proporção do que estudou. Uma geração que colecciona diplomas com que o país lhes alimenta o ego insuflado, mas que são uma ilusão, pois correspondem a pouco conhecimento teórico e a duvidosa capacidade operacional.
Eis uma geração que vai a toda a parte, mas que não sabe estar em sítio nenhum. Uma geração que tem acesso a informação sem que isso signifique que é informada; uma geração dotada de trôpegas competências de leitura e interpretação da realidade em que se insere.
Eis uma geração habituada a comunicar por abreviaturas e frustrada por não poder abreviar do mesmo modo o caminho para o sucesso. Uma geração que deseja saltar as etapas da ascensão social à mesma velocidade que queimou etapas de crescimento. Uma geração que distingue mal a diferença entre emprego e trabalho, ambicionando mais aquele do que este, num tempo em que nem um nem outro abundam.
Eis uma geração que, de repente, se apercebeu que não manda no mundo como mandou nos pais e que agora quer ditar regras à sociedade como as foi ditando à escola, alarvemente e sem maneiras"
Mia Couto
--------
Fico sinceramente desapontada com a tamanha indelicadeza e ousadia presentes neste texto de opinião de Mia Couto. É ridícula toda a generalização feita pelo mesmo, típica de quem costas quentes sente pela bela carreira que tem, com ou sem esforço obtida. Fala de diplomas ilusórios, falta de conhecimento, duvidosa capacidade operacional, frustração e uma geração que "não sabe estar em lado nenhum". ... Afinal, servimos para quê? Carregados de defeitos, somos aqui criticados por lutarmos pelo que temos direito, por direito. Desculpe não sermos de "elite"...
De facto, são os meninos de "grandes cursos" que apoiam textos como este. É pena não termos todos aptidão para a Medicina... A questão é que a vida não é feita de comprimidos! Mas não, Mia Couto diz que temos falta de conhecimento!
Não discordo totalmente do que diz.. Há de facto jovens com percursos desses. Mas a "Geração à Rasca" não é caracterizada assim. Neste país ainda há quem trabalhe, quem tenha diplomas por mérito e mesmo assim ande à rasquinha.
Não queremos mandar no mundo, pelo que diz não temos sequer capacidade para isso. Queremos igualdade, oportunidade, reconhecimento e recompensa pelo esforço feito por nós e por quem, até então, nos sustenta. Não somos parvos, Mia Couto...
Eis uma geração que vai a toda a parte, mas que não sabe estar em sítio nenhum. Uma geração que tem acesso a informação sem que isso signifique que é informada; uma geração dotada de trôpegas competências de leitura e interpretação da realidade em que se insere.
Eis uma geração habituada a comunicar por abreviaturas e frustrada por não poder abreviar do mesmo modo o caminho para o sucesso. Uma geração que deseja saltar as etapas da ascensão social à mesma velocidade que queimou etapas de crescimento. Uma geração que distingue mal a diferença entre emprego e trabalho, ambicionando mais aquele do que este, num tempo em que nem um nem outro abundam.
Eis uma geração que, de repente, se apercebeu que não manda no mundo como mandou nos pais e que agora quer ditar regras à sociedade como as foi ditando à escola, alarvemente e sem maneiras"
Mia Couto
--------
Fico sinceramente desapontada com a tamanha indelicadeza e ousadia presentes neste texto de opinião de Mia Couto. É ridícula toda a generalização feita pelo mesmo, típica de quem costas quentes sente pela bela carreira que tem, com ou sem esforço obtida. Fala de diplomas ilusórios, falta de conhecimento, duvidosa capacidade operacional, frustração e uma geração que "não sabe estar em lado nenhum". ... Afinal, servimos para quê? Carregados de defeitos, somos aqui criticados por lutarmos pelo que temos direito, por direito. Desculpe não sermos de "elite"...
De facto, são os meninos de "grandes cursos" que apoiam textos como este. É pena não termos todos aptidão para a Medicina... A questão é que a vida não é feita de comprimidos! Mas não, Mia Couto diz que temos falta de conhecimento!
Não discordo totalmente do que diz.. Há de facto jovens com percursos desses. Mas a "Geração à Rasca" não é caracterizada assim. Neste país ainda há quem trabalhe, quem tenha diplomas por mérito e mesmo assim ande à rasquinha.
Não queremos mandar no mundo, pelo que diz não temos sequer capacidade para isso. Queremos igualdade, oportunidade, reconhecimento e recompensa pelo esforço feito por nós e por quem, até então, nos sustenta. Não somos parvos, Mia Couto...
sexta-feira, 18 de março de 2011
terça-feira, 15 de março de 2011
quarta-feira, 9 de março de 2011
69.
Só uma nota:
O Bloco de Esquerda anunciou a apresentação de uma moção de censura no primeiro dia em que ela tem utilidade prática, 10 de Março. Não teria utilidade fazê-lo antes, como declarei, tem todo o sentido fazê-lo no tempo certo, e foi o que o Bloco decidiu.
E tem sentido por três razões. Em primeiro lugar, porque é agora que o governo concretiza medidas destruidoras do emprego porque facilitadoras do desemprego: a redução da indemnização pelo despedimento e o fundo para financiar o despedimento. Queremos que essas medidas sejam retiradas, que sejam recusadas e que sejam vencidas, porque vão criar mais desemprego. A esquerda bate-se por soluções.
Em segundo lugar, chegamos a uma situação insuportável: um em cada dois trabalhadores está desempregado ou é precário. O PS e PSD aprovaram a retirada do subsídio de desemprego a muitos desempregados, e reduziram o montante para os outros. A esquerda bate-se por soluções.
Em terceiro lugar, há um milhão de recibos verdes, muitos dos quais falsos. E podemos corrigir essa situação de abuso, introduzindo novas regras para o contrato dos falsos recibos verdes. A esquerda bate-se por soluções.
Todas estas medidas cruéis são impostas quando dois dos maiores bancos privados portugueses declaram 500 milhões de euros de lucros e nenhum IRC, e ainda pretendem impor ao Estado o reconhecimento de dívida fiscal. São estes bancos que cobram juros agiotas – como os bancos alemães e franceses – à economia portuguesa. A censura recusa a continuação desta política de austeridade e de desemprego. É portanto a força de uma convicção, a razão de uma luta e uma resposta ao pântano.
"Há uma geração perdida de jovens destinados a sofrer toda a vida com o agravamento do desemprego e das condições sociais", afirmou o diretor geral do Fundo Monetário Internacional , Dominique Strauss-Kahn, citado pela Reuters. (tecto do Expresso)
terça-feira, 8 de março de 2011
68.
So in a manner of speaking
I just want to say
That just like you I should find a way
To tell you everything
By saying nothing.
I just want to say
That just like you I should find a way
To tell you everything
By saying nothing.
domingo, 6 de março de 2011
67.
É isto que vocês nunca vão ter..
Amo-te Benfica. Podes ganhar, podes perder, eu Amo-te. Estamos sempre contigo.
Amo-te Benfica. Podes ganhar, podes perder, eu Amo-te. Estamos sempre contigo.
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
sábado, 26 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
61.
"Leio que se comprovou que depois da morte do corpo, o cérebro continua a viver entre seis a doze minutos; que se pode pensar depois de se ter falecido. E que, para o morto, esses doze ou seis minutos podem chegar a parecer-lhe, como acontece com o tempo elástico e horizontal dos sonhos, uma eternidade. Ou, pelo menos, outra vida completa, sonhada, ideal ou terrível. Talvez isto seja o céu ou o inferno: o modo como se passam e se consomem esses poucos minutos infinitos. Com felicidade ou com pavor. Leio também que o cérebro é incapaz de sentir qualquer tipo de dor; que ao cérebro nada dói, que o cérebro não dói. Contudo, o cérebro é o único responsável por processar - por inventar, por escrever - a teoria e a prática da dor. Penso no que pensará o cérebro cada vez que lê coisas assim sobre si próprio. Todos esses acrescentos ao seu mapa situando as zonas da moral, do medo, da ética, da fé na imortalidade da alma. Sentirá o cérebro interesse pelos avanços dos homens ? Ou rir-se-á, talvez divertido, perante o facto de que tudo isto que achamos que descobrimos sobre ele não ser senão aquilo que ele quer que pensemos, aquilo que o cérebro nos permite pensar sobre o cérebro?"
Jardins de Kensington, Rodrigo Fresán
domingo, 20 de fevereiro de 2011
60.
Acho que já todos perceberam que sou babada por uma pessoa. Chego a ser tarada, mesmo. É inevitável, com aqueles olhos prende quem quer. E tenho pena de não poder acompanha-la todos os dias, mas sabem extremamente bem aqueles abraços de saudade de fim-de-semana.
(...) Gostava que me compreendesses de verdade quando digo que te amo e que "o teu nome está em escrito em toda a parte..". A tua sensibilidade é extrema e só eu sei o que me custa ver-te a sofrer por mim quando choro. Maria Inês de seu nome, a mais importante.
(...) Gostava que me compreendesses de verdade quando digo que te amo e que "o teu nome está em escrito em toda a parte..". A tua sensibilidade é extrema e só eu sei o que me custa ver-te a sofrer por mim quando choro. Maria Inês de seu nome, a mais importante.
da Tia que te ama.
59.
só para não dizerem que sou menina de uma só cidade, apetecia-me muito ir dar uma volta ao Porto. (sim, mesmo com este frio)
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
56.
Neste momento,
há gente que nasce,há gente que morre.
gente que sorri,gente que chora.
gente que se suicida, gente que mata e gente que é morta.
gente a dormir, gente acordada.´
gente que é feliz, gente que é infeliz.
gente que entende o sentido da vida, gente que não entende o sentido da vida.
gente que vê televisão, gente em frente a um computador, gente a trabalhar..
gente que está a ser presa, gente que prende.
gente que se apaixona, gente que odeia, gente que ama.
gente que sente saudades e vai ter com os seus.
gente que sente saudades e não vai ter com os seus.
gente com família, gente que não tem família.
gente que tem dinheiro, gente que não tem dinheiro.
gente que viaja, gente que não viaja ou não pode viajar.
gente num avião, num carro, num comboio, num autocarro.
gente que passeia o seu cão, gente que é mordida por um cão.
gente que ama a Natureza, gente que não.
gente a escrever em blogs, gente a escrever para revistas, jornais.
gente a falar, gente a beijar,gente a abraçar.
gente que casa, gente que se divorcia.
gente que pratica desporto, gente que ama a Arte.
gente a ouvir música, a tocar música e a assistir a um concerto de música.
gente sem ninguém..
gente que pensa em ti, gente que não pensa em ti.
gente te ama, gente que te odeia.
gente que tem saudades tuas, e gente que não tem saudades tuas.
gente para quem és importante, e gente para quem não o és.
gente que fala línguas diferentes à tua.
gente que gostava de ter o que tu tens, gente que gostava de ter aqueles que tu tens ao seu lado.
gente que te amaria se os conhecesses.
gente que ainda vais conhecer.
gente religiosa, gente não religiosa.
gente que está perdida, e gente que conhece o seu rumo.
gente que tem uma vida feliz e gente que não tem uma vida feliz.
gente com sorte, gente com azar.
gente a ganhar dinheiro, gente a perder dinheiro.
gente a amar-se e a ter relações sexuais, e gente apenas a ter relações sexuais.
gente que já partiu e nunca verás outra vez.
há pais, e mães a toda a hora. eles vão e vêem. filhos a crescerem e a seguir as suas pegadas.
é bom sabermos isto.
é preciso termos isto em consciência..e também que muito provavelmente, alguém neste momento está a escrever o mesmo que eu, do outro lado do mundo, no seu blog.
é preciso sabermos cuidar uns dos outros, é preciso amar e deixar ser amado. não ter medo e crescer com os erros.
assumir quem somos e nunca o esconder.
ter orgulho dos nossos e nunca os esquecer.
se todos nos esforçarmos, as coisas ficam mais simples. Mas não penses demasiado, como eu estou a fazer agora. Provavelmente devia estar a dormir..são 5 da manhã e eu sinto falta do meu pai.
Mas tal como eu, naquele dia muitas outras pessoas perderam o seu pai ou mãe, tal como está a acontecer agora,aconteceu ontem ou vai acontecer amanhã.
É preciso saber aproveitar e viver ao máximo aquilo que temos. Não tenhas medo, sê quem tu és.
Vê o mundo à tua volta.
Miguel Reis Mendes de Castro Jorge
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
domingo, 13 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
domingo, 6 de fevereiro de 2011
46.
Este fim de semana conheci estas duas beldades e apaixonei-me loucamente. Por qual deles não sei, que são iguais.. A verdade é que com apenas 9 anos de idade, os sacanas já viajaram mais que os meus 18 anos juntos. Enfim, deixo aqui um mimo destes amores
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
44.
uma boa notícia:
"Depois da passagem pela edição do ano passado do festival Super Bock Super Rock, Patrick Watson tem regresso marcado para Portugal em Abril deste ano."
e um FAIL
"Depois da passagem pela edição do ano passado do festival Super Bock Super Rock, Patrick Watson tem regresso marcado para Portugal em Abril deste ano."
e um FAIL
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
sábado, 29 de janeiro de 2011
42.
Quando vos disserem que existe gente estúpida, burra, otária, mal criada, prepotente, lerda, idiota, imbecil, provocadora, invejosa, insultuosa, manienta, vergonhosa, hipocrita, sonsa, grosseira, incorrecta, inoportuna, despropositada e mais uma série de coisas, acreditem! Existe. Mais perto do que pensam, lá está ela.
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
40.
Please,love each other.
I dont mind where you come from
As long as you come to me
But I dont like illusions I cant see
Them clearly
I dont care, no I wouldn't dare
To fix the twist in you
You've shown me eventually what you'll do
I dont mind
I dont care
As long as you're here
Go ahead and tell me you'll leave again
You'll just come back running
Holding your scarred heart in hand
It's all the same
And I'll take you for who you are
If you take me for everything
And do it all over again
It's all the same
Hours slide and days go by
Till you decide to come
But in-between it always seems too long
Suddenly
But I have the skill, yeah
I have the will, to breath you in while I can
However long you stay is all that I am
I dont mind, I dont care
As long as you're here
Go ahead and tell me you'll leave again
You'll just come back running
Holding your scarred heart in hand
It's all the same
And I'll take you for who you are
If you take me for everything
And do it all over again
It's always the same
Wrong or Right
Black or White
If I close my eyes
Its all the same
In my life
The compromise
I'll close my eyes
Its all the same
Go ahead say it
You're leaving
You'll just come back running
Holding your scarred heart in hand
It's all the same
And I'll take you for who you are now
If you take me for everything
Do it all over again
It's all the same
As long as you come to me
But I dont like illusions I cant see
Them clearly
I dont care, no I wouldn't dare
To fix the twist in you
You've shown me eventually what you'll do
I dont mind
I dont care
As long as you're here
Go ahead and tell me you'll leave again
You'll just come back running
Holding your scarred heart in hand
It's all the same
And I'll take you for who you are
If you take me for everything
And do it all over again
It's all the same
Hours slide and days go by
Till you decide to come
But in-between it always seems too long
Suddenly
But I have the skill, yeah
I have the will, to breath you in while I can
However long you stay is all that I am
I dont mind, I dont care
As long as you're here
Go ahead and tell me you'll leave again
You'll just come back running
Holding your scarred heart in hand
It's all the same
And I'll take you for who you are
If you take me for everything
And do it all over again
It's always the same
Wrong or Right
Black or White
If I close my eyes
Its all the same
In my life
The compromise
I'll close my eyes
Its all the same
Go ahead say it
You're leaving
You'll just come back running
Holding your scarred heart in hand
It's all the same
And I'll take you for who you are now
If you take me for everything
Do it all over again
It's all the same
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
sábado, 15 de janeiro de 2011
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
sábado, 8 de janeiro de 2011
29.
" . . each day mankind and the claims of mankind slipped farther from him. Deep in the forest a call was sounding, and as often as he heard this call, mysteriously thrilling and luring, he felt compelled to turn his back upon the fire and the beaten earth around it, and to plunge into the forest, and on and on, he knew not where or why; nor did he wonder where or why, the call sounding imperiously, deep in the forest."
28.
Portishead - Roads from Astrid Riecken on Vimeo.
Porque fechamos os olhos demasiadas vezes, porque enquanto eles apanham frio e chuva, nós aconchegamos os lençois da nossa cama, que está no nosso quarto, da nossa casa, para depois nos levantarmos, recebermos um beijo e nos sentarmos à mesa para comer o bom pequeno almoço que nos foi preparado. Eles também mereciam..
Porque fechamos os olhos demasiadas vezes, porque enquanto eles apanham frio e chuva, nós aconchegamos os lençois da nossa cama, que está no nosso quarto, da nossa casa, para depois nos levantarmos, recebermos um beijo e nos sentarmos à mesa para comer o bom pequeno almoço que nos foi preparado. Eles também mereciam..
27.
"Para mim Lisboa são os barcos e os adjectivos.
Navegar instintivamente , entre a mentira e a realidade, e entre a visão e a invisibilidade, sem conhecer a nitidez nem a consciência de nada; dizer que a cidade só existe pela imaginação e por escrito, apenas como invento, desejo e expressão de literatura. Assim, em arco. Na evidência do que paira sempre muito acima desta mentira que se chama tempo, espaço, tempo-espaço, barco ou rio. Cidade de Lisboa. A ilha de pedra entre o azul do céu e do mar."
O Homem Suspenso, por João de Melo
Navegar instintivamente , entre a mentira e a realidade, e entre a visão e a invisibilidade, sem conhecer a nitidez nem a consciência de nada; dizer que a cidade só existe pela imaginação e por escrito, apenas como invento, desejo e expressão de literatura. Assim, em arco. Na evidência do que paira sempre muito acima desta mentira que se chama tempo, espaço, tempo-espaço, barco ou rio. Cidade de Lisboa. A ilha de pedra entre o azul do céu e do mar."
O Homem Suspenso, por João de Melo
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
25.
Semanas de frequências e exames..algum stress e ansiedade.
Desculpem não ter postado nada nestes dias.
Arranjei um tempinho agora, depois de toda uma frequência de Economia.
Deixo-vos aqui um carinho.
Miguel
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
23.
Passou o Natal, passou o Ano Novo... e quê? Andamos desleixados, é verdade. Mas a realidade que existe para além dos doces e copos chegou, por isso, habituem-se. Desejamos então um bom ano 2011, dentro do possível, e muita música boa como esta que vos deixo. Abreijos (ou beijos abraçados, como quiserem) para todos.
Subscrever:
Comentários (Atom)






























